LAWRS Latin American Women's Rights Service Supporters Sin Fronteras

Relaunch of Sin fronteras: Empowering young women from Latin America

We are thrilled to announce the return of Sin Fronteras! Launched in June 2015, Sin Fronteras (No Limits) focuses on empowering young Latin American women and girls. Sin Fronteras provides them with a safe space to develop their full potential and lead on actions for social change through the use of arts. During the first two and a half years of the project, LAWRS offered different workshops and activities to more than 100 Latin American young women and girls. Through art, dance and music the young women and girls were able to identify themselves as agents that can generate a social change in our communities.

“We want to set an example, leave a footprint and speak up for Latin American people and for people from all over the world whose voices are silenced or to whom language is a barrier,” said the manifest written by members of the group.

They advocated for the recognition of young migrant women’s rights by calling for a recognition of rights through photography exhibitions, by demonstrating against detention at Yarl’s Wood, and by joining the campaign Against Border for Children (ABC). Here is Sin Fronteras standing up for the the right to education free from racism and state surveillance.

LAWRS is thrilled to relaunch Sin Fronteras in November 2018. We will run a 3-month creative leadership programme with the support of the University of London, a 1-year programme to access free university lectures thanks to King’s College London, and a 3-year programme of arts, development and social change funded by Paul Hamlyn Foundation. Stay tuned to get more news about the awesome things this group of young leaders will be doing in the coming months.


LAWRS Latin American Women's Rights Service Supporters Domestic Abuse During Isolation

Love Does Not kill, Violence Does

O amor não mata, a violência sim foi nossa campanha de zero tolerância à violência contra as mulheres e meninas e que teve como objetivo a conscientização sobre a violência que afeta as mulheres latino-americanas e outras mulheres migrantes no Reino Unido.   

Essa campanha destaca a importância de reconhecer a comunidade latino-americana como uma minoría étnica para que as mulheres da nossa comunidade possam acessar serviços que respondam de maneira efetiva às suas necessidades específicas. 

Nós pedimos  ao governo central e às autoridades locais para que:

  • Providenciem serviços adequados e específicos que atendam às necessidades das mulheres migrantes  sobreviventes de violência e abuso.  
  • Reconheçam oficialmente os/as latino-americanos/as como minoria étnica. 
  • Garantam financiamento para organizações comunitárias especializadas que respondam às necessidades de mulheres migrantes e outras minorias sobreviventes de violência e abuso. 

Essa campanha foi lançada com a projeção do nosso curta-metragem “Mulheres invisíveis”, com uma audiência de mais de 130 líderes e ativistas da comunidade latino-americana. “Mulheres invisíveis” é baseado nas experiências de 3 de nossas usuárias. Suas histórias refletem as situações de abuso, exploração e pobreza que muitas mulheres latino-americanas que vivem no Reino Unido enfrentam.

Produzido por Literally Films e Media Trust, você pode assistí-lo aqui:

A projeção foi seguida por uma mesa redonda com a participação de um Membro do Parlamento do Partido Trabalhista, Stella Creasy, integrantedo gabinete paralelo Prevenção de Crime e defensora da campanha One Billion Rising, Katharine Round, diretora da agência Literally Films e diretora do curta-metragem “Mulheres invisíveis”; e Carolina Gottardo, diretora do LAWRS naquela ocasião. O debate foi presidido pela Professora Maxine Molyneux, diretora do Instituto das Américas, University College London.

Nossos pôsteres contra a violência em espanhol e português, foram exibidos em organizações, lojas, igrejas e outros espaços comunitários. Continuamos com nosso trabalho para exigir o reconhecimento oficial e o financiamento adequado para os serviços de apoio, mas as mulheres latino-americanas precisam do seu apoio na luta por igualdade.